Socio - Partenaire

Entidad - Structure INIAV
Nombre y apellidos - Prénom et nom Teresa Carita

Evento - Evénement

Grupo Focal

Subtítulo - Sous-titre Modelos de negócio e fatores críticos para a cadeia de valor das sementes nativas em Portugal
Entidad organizadora o entidades coorganizadoras - Organisateurs ou co-organisateurs
  • INIAV
Fecha de inicio - Date de début 28.05.2026
Fecha final - Date de fin 28.05.2026
Formato - Format
  • Presencial - Présentiel
  • Online
Temas - Thématiques 
Tipo de evento - Type d'événement  Otro - Autre
Programa - Programme PROGRAMA
Título:
Modelos de negócio e fatores críticos para a cadeia de valor das sementes nativas em Portugal
Duração: 3h (tarde), com início às 14:30
Objetivo geral:
Identificar e priorizar os fatores que condicionam e os fatores que podem dinamizar o negócio de sementes nativas, usando três modelos de negócio exemplificativos e uma votação tipo Real‑Time Delphi em Mentimeter.[1]

Bloco 1 – Abertura e enquadramento (40 min)
• Boas‑vindas, apresentação rápida dos participantes (nome e ligação ao tema).
• Apresentação dos objetivos do workshop.
• Apresentação dos resultados do workshop organizado pelo MORE CoLab
• Apresentação breve dos três modelos de negócio do anexo (2–3 min cada, em plenário):[1]
o Modelo 1: Empresa/consórcio de misturas de sementes nativas (B2B/B2G).
o Modelo 2: Cooperativa/região de produtores de sementes nativas.
o Modelo 3: ONG/banco de sementes com componente comercial.
Bloco 2 – Trabalho em grupos por modelo de negócio (40 min)
• Dividir participantes em 3 grupos, cada um focado num dos modelos.
• Entregar a cada grupo:
o Resumo em 1 página do respetivo canvas (do anexo).[1]
o Guia de trabalho com 3 perguntas:
i. O que é que neste modelo já faz sentido no contexto português? O que falta ajustar? (10 min)
ii. Quais são as 5–7 principais barreiras que dificultam este modelo (legais, de mercado, técnicas, organizacionais, financeiras)? (20 min)
iii. Quais são os 5–7 principais fatores facilitadores ou oportunidades para este modelo (políticas, parcerias, infraestruturas, conhecimento, instrumentos de apoio)? (20 min)
• Cada grupo regista barreiras e facilitadores em flipchart ou em post‑its.
Bloco 3 – Partilha rápida e consolidação (20 min)
• Cada grupo tem 6–7 min para apresentar em plenário:
o 3 barreiras mais críticas.
o 3 facilitadores mais promissores.
• O/a facilitador/a vai escrevendo tudo num quadro ou slide, agrupando fatores semelhantes (por exemplo, “enquadramento legal”, “logística/infraestruturas”, “mercado/Procura”, “coordenação/organização”, “financiamento”, “conhecimento/formação”).
Bloco 4 – Priorizar com Mentimeter (pseudo Real‑Time Delphi) (15 min)
1. Configuração
o Slide 1 (Mentimeter): escala 1–5 para barreiras (“Importância como barreira”).
o Slide 2 (Mentimeter): escala 1–5 para facilitadores (“Prioridade de atuação”).
o Em cada slide, inserir 8–10 fatores consolidados da discussão anterior (sem duplicados).
2. Primeira ronda de resposta (10 min)
o Partilhar o código Mentimeter.
o Os participantes avaliam:
 Importância de cada barreira (1 = nada importante; 5 = extremamente importante).
 Prioridade de atuação em cada facilitador (1 = muito baixa; 5 = muito alta).
3. Feedback imediato e mini‑discussão (10 min)
o Projetar os resultados da ronda 1.
o Perguntar ao grupo:
 Há resultados que surpreendem?
 Alguma barreira/facilitador claramente sub ou sobreavaliado?
4. Segunda ronda rápida (10 min)
o Permitir uma segunda ronda (novo slide ou reabertura dos mesmos slides) em que cada pessoa pode ajustar as suas respostas à luz da discussão.
o Guardar os resultados finais (ronda 2) como base para síntese.
Bloco 5 – Ações e próximos passos (20 min)
• A partir dos resultados finais do Mentimeter, identificar em plenário:
o Top 5 barreiras (maior média).
o Top 5 facilitadores (maior média).
• Dividir em 2–3 pequenos grupos; cada grupo escolhe 1–2 fatores prioritários e responde em folha A3:
o O que teria de acontecer, na prática, nos próximos 2–3 anos para abordar este fator?
o Quem são os principais atores responsáveis (ex.: produtores, cooperativa, empresas, ONG, Estado, investigadores)?
o Qual pode ser um primeiro passo concreto nos próximos 6–12 meses?
• Plenário final: cada grupo apresenta 2–3 ações principais (5 min por grupo).
Encerramento (15 min)
• Síntese final pelo/a facilitador/a:
o Principais barreiras e facilitadores identificados.
o 4–6 ações prioritárias e atores‑chave.
• Recolha de comentários finais dos participantes:
o “O que foi mais útil hoje?”
o “Que próximos passos consideram mais importantes nesta cadeia de valor?”

Descripción - Description Este workshop, integrado no Projeto FLoRE - Flora local para a restauração ecológica, tem como objetivo reunir os principais atores do setor para discutir, co desenhar modelos de negócio que viabilizem a produção e disponibilização de sementes nativas para restauro ecológico, e identificar os principais condicionamentos e possíveis facilitadores da criação de uma dinâmica no mercado.
O workshop teve início às 14:30h, tendo acontecido previamente um almoço oferecido pela organização. O encontro decorreu entre as 12:30 e as 12:45h, num local próximo da sede da ACOS-Beja-PortugalRelatório_Grupo_Focal_FLoRE_18_maio_Beja_FINAL_signed.pdf (0.6MB) .
Orador(a) - Intervenant(e) Teresa Carita, Pedro Reis, Conceição Canas Serra
Foto_Grupo_Focal_FLoRE_1.jpg Foto_Grupo_Focal_FLoRE_2.jpg Foto_Grupo_Focal_FLoRE_3.jpg

Referenciación - Référencement

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